A era de Chiquinho Conde à frente da Seleção Nacional de Moçambique chegou formalmente ao fim esta quinta-feira. Numa decisão que contou com o acompanhamento direto do Ministério da Juventude e Desporto, a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) confirmou o termo do vínculo contratual com o selecionador, após uma reunião decisiva em Maputo.
O processo de renúncia e saída do técnico foi coordenado entre as entidades máximas do desporto nacional, tendo o Ministério da Juventude e Desporto marcado presença na cimeira que selou o destino da equipa técnica. Segundo Gervásio de Jesus, vice-presidente da FMF, a instituição limitou-se a comunicar ao antigo internacional o fim do contrato, deixando ambas as partes livres de quaisquer compromissos futuros.
Com o afastamento do selecionador, abre-se agora um período de reflexão institucional. A tutela e a federação pretendem aproveitar a ausência de competições oficiais nos próximos meses para delinear, sem pressão, um novo rumo estratégico que garanta a estabilidade e o sucesso desportivo da Seleção Nacional.
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